quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Iniciando...
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
BACHARELADO EM SAÚDE COLETIVA

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES/ 2013-1
nota: Em nosso curso a aquisição de saberes acontece através de UNIDADES DE PRODUÇÃO PEDAGÓGICA (UPPs) UPP ENF03037 PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO DA SAÚDE (30h)
PROFESSORAS: DORA LÚCIA DE OLIVEIRA E KAROLINE NAST
11/03 – Atividade de recepção aos alunos
18/03 – Profª. Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Acolhimento e apresentação das atividades do semestre
· Construção em grupo: o que é educação em saúde (em uma palavra ou
expressão)
· Artigo: LOPES, Rosane; TOCANTINS, Florence Romijn. Promoção da saúde e
a educação crítica. Interface - Comunic., Saude, Educ., v. 16, n. 40, p.235-
246, jan/mar 2012.
· Educação em Saúde: reflexão sobre conceitos
25/03 – Profª Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Fragmentos históricos da educação em saúde no Brasil
· Artigo: SILVA, C.M.C; MIALHE F.L; MENEGHIM M.C, PEREIRA A.C.
Educação em saúde: uma reflexão histórica de suas práticas. Rev C S Coletiva
[periódico na internet]
· Orientações para trabalho em grupo sobre: “Materiais Educativos e suas
Imagens Pedagógicas”.
01/04 – Profª Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Vídeo/Discussão: O Gambá que não sabia sorrir
· O lugar da Educação na Promoção da Saúde
Os principais modelos de educação em saúde: limites e possibilidades
· Orientação para exercício sobre “Experiências Educativas Vivenciadas como
Usuários dos Serviços de Saúde” - dramatização em grupos.
08/04 – Profª Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Leitura e discussão de artigo:
PEREIRA, Adriana Lenho de Figueiredo. As tendências pedagógicas e a
prática educativa nas ciências da saúde. Cad. Saúde Pública [online]. 2003,
vol.19, n.5, pp. 1527-1534.
15/04 – Profª Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Apresentação e entrega dos trabalhos sobre “Materiais Educativos e suas
Imagens Pedagógicas”
22/04 – Profª Dora Oliveira e Mda Karoline Nast
· Exercício: Dramatização de Experiências Educativas Vivenciadas como
Usuários dos Serviços de Saúde
PDF created
· Prova
06/05 – Filme “O solista” – discussão.
Textos de base:
CECCIM, Ricardo Burg. Saúde e doença: reflexão para a educação da saúde. In:
MEYER, Dagmar E. Estermann (Org). Saúde e sexualidade na escola. 3 ed. Porto
Alegre: Mediação, 2006.
FREITAS, Fernanda Valéria de; REZENDE FILHO, Luiz Augusto. Modelos de
comunicação e uso de impressos na educação em saúde: uma pesquisa
bibliográfica. Interface - Comunic., Saude, Educ., v. 15, n. 36, p.243-255, jan/mar
2011.
LOPES, Rosane; TOCANTINS, Florence Romijn. Promoção da saúde e a educação
crítica. Interface - Comunic., Saude, Educ., v. 16, n. 40, p.235-246, jan/mar 2012.
OLIVEIRA, Dora Lúcia de. A ‘nova’ saúde pública e a promoção da saúde via
educação: entre a tradição e a inovação. Rev Latino-am Enfermagem, v.13, n.3,
p.423-431, mai/jun 2005.
PEREIRA, Adriana. As tendências pedagógicas e a prática educativa nas ciências da
saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2003, v. 19, n. 5, p. 1527-1534.
SILVA, C.M.C; MIALHE F.L; MENEGHIM M.C, PEREIRA A.C. Educação em
saúde: uma reflexão histórica de suas práticas. Rev C S Coletiva [periódico na internet]
2010.
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UPP - ENF03020 - SAUDE, SOCIEDADE E HUMANIDADES I
MÓDULO : Antropologia da saúde
PROFESSORA RESPONSÁVEL: Profª Drª Maria Gabriela Curubeto Godoy e Assistente Eliziane Ruiz
Início: 13/03/2013 e Término: 10/06/2013, quartas-feiras (13/03 a 24/04) das 18h30 – 22h10 e segundas-feiras das 18h30 – 22h10 (06/05 e 10/06)
Conteúdos:
13/03
(quarta)
1ª Aula
1ª Momento: Apresentação da UPP3 (I, II, III e IV), da UPP3-I (antropologia, sociologia, gênero e sexualidade, filosofia), do módulo de antropologia e seus critérios de avaliação.
Organização dos grupos dos Seminários
2ª Momento: OFICINA REVENDO CONCEITOS E PRECONCEITOS. Dinâmica grupal – Biologia e Cultura – Somos iguais e diferentes. OFICINA FISIOLOGIA E CULTURA: Influência da Cultura sobre a Biologia – Funcionamento do corpo humano.
Sugestões bibliográficas:
MINAYO, M.C.S. Contribuições da antropologia para pensar e fazer saúde. Campos, G.W.S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec/Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006, pp.201-230.
SANTOS, R.J. Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010.
Leitura preparatória para a aula de 20/03
DA MATTA, R. Você tem cultura ? Jornal da Embratel, Rio de Janeiro, 1981, 4p.
20/03
(quarta)
2ª Aula
1º Momento: Filme “Bebês + Discussão do filme e do texto
2º Momento: Introdução à Antropologia
1. Os primórdios da Antropologia
2. Contextualização das correntes antropológicas e seus principais conceitos (cultura, etnocentrismo, alteridade, estranhamento e familiaridade)
Sugestões bibliográficas:
LAPLANTINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Editora Brasiliense. 2007.
SANTOS, R.J. Antropologia para quem não vai ser antropólogo. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010.
Leitura preparatória para a aula presencial de 27/03
MINER, H. Ritos corporais entre os Nacirema. In: ROONEY, A.K.,DE VORE P.L. (orgs). You and the others - Readings in Introductory Anthropology (Cambridge, Erlich) 1976. 27/03 Início do Primeiro Fórum Virtual – Atividade EAD: Período: -27/03 a 17/04/2013
Busca de textos e vídeos para discussão virtual das diversidades humanas e alteridade com a utilização da ferramenta FÓRUM da plataforma MOODLE.
27/03
(quarta)
3ª Aula
1º Momento: Introdução à Antropologia da saúde
1. Antropologia Médica x Antropologia da Saúde.
2. Sistemas culturais e terapêutica ; racionalidades médicas,
Sugestões bibliográficas:
ROCHA, R.M. ; CARDOSO Jr, E.M. Racionalidades Alter-nativas. In : BARROS, J.F.P . (Org.).Terapêuticas e Culturas. Rio de Janeiro : UERJ/Intercon, 1998.
HELMAN, C. Cultura, Saúde e Doença. 1a ed. Porto Alegre: ARTMED, 1994.
MINAYO, M.C.S. Contribuições da antropologia para pensar e fazer saúde. Campos, G.W.S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006, pp.201-230.
CANESQUI, A.M. Os estudos de antropologia da saúde/doença no Brasil na década de 1990. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 8(1):109-124, 2003.
MINAYO, M.C.S. Construção da identidade da antropologia na área da saúde: o caso brasileiro. Alves, P.C., Rabelo, M.C. Antropologia da saúde: traçando identidade e explorando fronteiras. Rio de Janeiro: Fiocruz/Relume Dumará, 1998, pp. 29-46.
2º Momento: Principais conceitos na Antropologia da Saúde
Cordel : A doença do rico é a saúde do pobre, de Jota Rodrigues
03/04
Quarta
4ª Aula
1º Momento: Elementos de metodologia
1. Abordagem holística: trabalhar todos os elementos de um sistema social 3
2. Elementos conscientes e não conscientes
3. Do saber disponível à colocação em prática deste saber no exercício cotidiano
4. Toda pesquisa parte de uma questão central
5. Representatividade ou ilustratividade no qualitativo?
Sugestões bibliográficas:
SILVA, V.G. O antropólogo e sua magia. Trabalho de campo e texto etnográfico nas pesquisas antropológicas sobre as religiões afro-brasileiras. São Paulo: EDUSP, 2000.
2º Momento: Elementos de metodologia - continuação
6. Métodos e técnicas em antropologia: etnografia, entrevistas e observação (Exercício etnográfico);
CLIFORD, James. A experiência etnográfica: antropologia e leitura no século XX. Editora UFRJ, 2002.
FONSECA, C. Família, fofoca e honra. Etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS. 2000.
GEERTZ, Clifford. “Do ponto de vista dos nativos”: a natureza do entendimento antropológico. In: O saber local: novos ensaios em antropologia interpretativa. Petrópolis, Vozes, 1997.
LAPLATINE, François. A descrição etnográfica. (tradução João Manuel Ribeiro Coelho e Sérgio Coelho). São Paulo: Terceira Margem, 2004.
ROCHA, A.L.C.; ECKERT, C. Etnografia: saberes e práticas. In. PINTO, C.R.J.; GUAZZELLI, C.A.B (Orgs). Ciências Humanas: pesquisa e método. Porto Alegre: Editora da Universidade, 2008.
10/04
(quarta)
5ª Aula
1º Momento: Preparo seminários. Atividade na biblioteca.
2º Momento: Cenários de prática.Tema: Alteridade e saúde – População em situação de rua e uso de crack 17/04
(quarta) Início do Segundo Fórum Virtual: Período: 17/04 a 15/05/2013. Atividade EAD
Discussão sobre a abordagem antropológica para avaliação de políticas sociais com a utilização da ferramenta FÓRUM da plataforma MOODLE.
17/04
(quarta)
6ª Aula
1º Momento: Preparo dos seminários.
2º Momento Preparo dos seminários.
24/04
(quarta)
7ª Aula
1º Momento: Preparo seminários.
2º Momento: Cenário de Práticas. Tema: As quirinas - os serviços e os usuários da saúde; 06/05 Segunda
8ª Aula
1º Seminário: Doença e cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
ALVES, P. C.; MINAYO, M. C. S. (Orgs.). Saúde e doença. Um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1994.
BARATA, R.B., BRICEÑO-LÉON, R. (Org.). Doenças endêmicas. Abordagens sociais, culturais e comportamentais. Rio de Janeiro: Fiocruz. 2000.
CASTIEL, L.D. O buraco e a avestruz. A singularidade do adoecer humano. Campinas: Papirus. 1994.
DUARTE, L.F.D. Pessoa e dor no ocidente. O «holismo metodológico» na antropologia da saúde e doença. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 4, n.9, p.13-28, outubro 1998.
DUARTE, L.F.D, LEAL, O. F. (Orgs.). Doença, sofrimento, perturbação: perspectivas etnográficas. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1998.
GONÇALVES, H. Peste branca. Um estudo antropológico sobre a tuberculose. Porto Alegre: UFRGS. 2002.
HELMAN, C. G. Cultura, saúde e doença. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas. 1994.
LAPLANTINE, F. Antropologia da doença. São Paulo: Martins Fontes. 1991.
MONTERO, P. Da doença à desordem. A magia na umbanda. Rio de Janeiro: Graal Editora. 1985.
MINAYO, M. C. S., COIMBRA JUNIOR, C. E. A. (Orgs.). Abordagens antropológicas em saúde. Cadernos de Saúde Pública, v.9, n.3 (número temático), Rio de Janeiro, Fiocruz/ENSP, jul-set/1993.
RABELO, M.C.M., ALVES, P.C.B., SOUZA, I.M.A (Orgs.). Experiência de doença e narrativa. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1999.
SILVEIRA, M.L. O nervo cala, o nervo fala: a linguagem da doença. Rio de Janeiro: Fiocruz. 2000.
SILVEIRA, A.J.T.; NASCIMENTO, D.R. A doença revelando a história: uma historiografia das doenças. In: CARVALHO, D.M. Uma história brasileira das doenças. Brasília: Paralelo 15, 2004. p. 13-30. SONTAG, S. A doença como metáfora.
2º Seminário: Doença mental e cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
ALVES, P.C. (org). Antropologia da saúde: traçando identidade e explorando fornteiras. Rio de Janeiro: Fiocruz/ Relume 4
Dumará, 1998.ALVES. P.C. O Discurso sobre a Enfermidade Mental. In: ALVES,. P.C.; MINAYO, M.C.S. (org). Saúde e Doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998.
ALVES, P.C.B.; RABELO, M.C. Significação e Metáforas na Experiência da Enfermidade. In: RABELO, M.C.; ALVES, P. C.; SOUZA, I.M. Experiências de Doença e Narrativa. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1999. HELMAN, C. G. Cultura, Saúde e Doença. 4ed, Porto Alegre: Artmed, 2003CAMARGO, S. Um Olhar Sobre a Loucura de Foucault. CienteFico. Ano III, v1, Salvador, jan-jun, 2003.
DORISDAIA, C. H. Evolução Histórica do Conceito de Loucura e de Louco. Acta Paulista de Enfermagem, 3(4):129-36, dez, 1990.
RABELO, M.C. Narrando a Doença Mental no Nordeste de Amaralina: relalatos como realizações práticas. In: RABELO, M.C.; ALVES, P. C.; SOUZA, I.M. Experiências de Doença e Narrativa. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1999. RABELO, M.C.M.; ALVES, P.C.B.; SOUZA, I.M. Signos, Significados e Práticas Relativos à Doença Mental. In: RABELO, M.C.; ALVES, P. C.; SOUZA, I.M. Experiências de Doença e Narrativa. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1999.
13/05 segunda
9ª Aula
3º Seminário: Corpo e cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
GOLDENBERG, M. De perto ninguém é normal. Estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira. Rio de Janeiro/São Paulo: Ed. Record, 2005.
LEAL, O.F. Corpo e significado. Ensaios de antropologia social. Editora da Universidade/UFRGS. 1995.
LEIBING, A. Tecnologias do corpo. Uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. NAU, 2004.
LELOUP, J. Y. O corpo e seus símbolos. Uma antropologia essencial. 8.ed. Rio de Janeiro: Vozes. 2000.
QUEIROZ, R.S., OTTA, E. O corpo do brasileiro:estudos de estética e beleza. São Paulo : SENAC, 2000.
RODRIGUES, J. C. O tabu do corpo. Rio de Janeiro: Achiamé. 1979.
RODRIGUES, J.C. O corpo na história. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1999.
RODRIGUES, J.C. Os corpos na antropologia. In : Minayo, M.C.S., Coimbra Jr., C.E.A. (orgs). Críticas e atuantes. Ciências Sociais e Humanas em Saúde na América Latina. Rio de Janeiro: Fiocruz. 2005.
VIGARELLO, G. (org.) História do corpo - vol. 1 - Da renascença às luzes. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. 664 pág. VIGARELLO, G. (org.) História do corpo - vol. 2 - Da Revolução à Grande Guerra. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. 664 pág. VIGARELLO, G. (org.) História do corpo - vol. 3 - As mutações do olhar. Rio de Janeiro: Vozes, 2008. 664 pág.
4º Seminário: Medicamento e Cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
DESCLAUX, Alice. "O medicamento, um objeto de futuro na antropologia da saude”. Revista Mediaçoes, 2008, 2(2), pp. 113-130.
LEFEVRE, Fernando. “A função simbólica dos medicamentos”. Rev. Saúde Pública. 1983, 17(6), pp. 500-503. [online] http://www.scielosp.org/pdf/rsp/v17n6/07.pdf
LEFEVRE, Fernando. “A oferta e a procura de saúde através do medicamento: proposta de um campo de pesquisa”. Rev. Saúde Pública.
MOULIN, Anne Marie. “A hipótese vacinal: por uma abordagem crítica e antropológica de um fenômeno histórico”. História, ciência e saúde, Manguinhos. 2003, 10 (2), pp. 499- 517. [online] http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v10s2/a04v10s2.pdf.
CAMPOS, Edemilson A. “‘Nosso remédio é a palavra’. Notas sobre o modelo terapêutico dos alcoólicos anônimos”. In CANESQUI, Ana Maria. Olhares socioantropológicos sobre os adoecidos crônicos. São Paulo: HUCITEC, 2007, pp. 129-149.
TEIXEIRA, Paulo et al (Orgs.) Tá difícil de engolir: Experiências de adesão ao tratamento anti-retroviral em São Paulo. 2009. [online] http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ta_dificil.pdf 20/05 Início do 3º Fórum Virtual – Atividade EAD - Período: 20/05 a 17/06/2013
Experiência de adoecimento. Leitura dos Contos: “O cantar do sapo”, de autoria de Valter Cassalho; “Silêncio, hospital”, de autoria de Chico Anysio. Discussão e aproximação dos contos com os textos: Doentes de ontem, doentes de hoje... Estado de saúde ou ausência de doenças? (textos fornecidos) com a utilização da ferramenta FÓRUM da plataforma MOODLE.
20/05
Segunda
Semana Acadêmica
27/05
Segunda
10a Aula
5º Seminário: Alimentação e cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
ARMESTO, F.F. Comida: uma história. São Paulo : Editora Record, 2004.
BONIN, A.M., ROLIM, M.C. Hábitos alimentares : tradição e inovação. Boletim de Antropologia, Curitiba, v.4, n.1, P.75-90, junho 1991.
CANESQUI, A.M. Antropologia e alimentação. Revista de Saúde Pública, São Paulo, 22(3) : 207-216, 1988.
CASCUDO, L.C. História da alimentação no Brasil. Editora Global, 2004.
DANIEL, J.M.P., CRAVO, V.Z. O valor social e cultural da alimentação. Boletim de Antropologia, Curitiba, v.2, n.4, p.63-83, abril 1989.
5
GARCIA, R.W.D. Representações sociais da alimentação e saúde e suas repercussões no comportamento alimentar. Physis : Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 7(2) : 51-68, 1997.
GERHARDT, T. E; NAZARENO, E. R. Diálogo entre a epidemiologia e a antropologia nas questões de saúde. In: RAYNAUT, C. et al. (Orgs.). Desenvolvimento e meio ambiente: em busca da interdisciplinaridade. Pesquisas urbanas e rurais. Curitiba: UFPR/UNESCO, 2002. p. 103-125.
GERHARDT, T.E. Situações de vida, pobreza e saúde: estratégias alimentares e práticas sociais no meio urbano. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, p. 713-726, 2003.
LEVI-STRAUSS, C. O cru e o cozido. Editora Cosac&Naify, 2004.
LIFSCHITZ, J. Alimentação e cultura : em torno do natural. Physis : Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 7(2) : 69-84, 1997.
MINTZ, S. W. Comida e antropologia: uma breve revisão. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, 16 (47): 166-178, outubro, 2001.POULAIN, J.P. Sociologias da alimentação. EdUFSC, 2004.
POULAIN, J.P., PROENÇA, R.P.C. O espaço social alimentar: um instrumento para o estudo dos modelos alimentares. Revista de Nutrição, Campinas, 16(3): 245-256, jul./set., 2003.
POULAIN, J.P., PROENÇA, R.P.C. Reflexões metodológicas para o estudo das práticas alimentares. Revista de Nutrição, Campinas, 16(4): 365-386, out./dez., 2003.
WOORTMANN, K. Hábitos e ideologias alimentares em grupos sociais de baixa renda. Série Antropologia. 20. Brasília , 1978. Mimeo.
WOORTMANN, K. A comida, a família e a construção do gênero feminino. Série Antropologia. 50. Brasília , 1985. Mimeo.
6º Seminário: Religião e Cultura
GRUPO:
ALVES, Rubem. O Que é religião?São Paulo: Edições Loyola, 1999.
CRUZ, Eduardo Rodrigues da.A persistência dos Deuses: religião, cultura e natureza. São Paulo: UNESP, 2004.
GAARDER, Jostein; HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry. O livro das religiões. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
RABELO, Miriam C. M. Religião e a Transformação da Experiência: notas sobre o estudo das práticas terapêuticas nos espaços religiosos. Ilha -Revista de Antropologia, vol. 07, no. 02, p.: 125-145, 2005.
RABELO, Miriam C. Religião e Cura: Algumas Reflexões Sobre a Experiência Religiosa das Classes Populares Urbanas. Cadernos de Saúde Pública, vol.9, no. 3, p.: 316-325, 1993.
03/06 Segunda
11ª Aula
7º Seminário: Morte e Cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
ARIÈS, P. O Homem diante da Morte. Editora: Francisco Alves, Rio de Janeiro. 1990.
BARSKY, A. A morte na cultura ocidental. Disponível em: http://ocanto.webciudario.com/morteabs.htm. Acesso em 25 de março de 2006.
CARNEIRO, N. A. S. Morte e luto nas relações humanas. Disponível em: http://www.artigos.com/articles/276/1/Morte-e-Luto-nas-Relacoes-Humanas.html. Acesso em: 17 de maio de 2006.
CUSTÓDIO, M.I.F. A complexidade da morte. Revista Espaço Acadêmico, ano IV, n.44, janeiro, 2005.
HELMAN, C.G. Ritual e manejo dos infortúnios. In:_______Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. cap.9. p.196-215.
MORIN, E. O Homem e a Morte. (2ª edição). Editora: Publicações Europa-América, Portugal.
RODRIGUES, J.C. Tabu da morte. Rio de Janeiro: Achiamé. 1983.
O significado da morte nas diferentes religiões. Disponível em: http://www.planaf.com/noticia_13.asp. Acesso em 17 de maio de 2006.
8º Seminário: Higiene e Cultura
GRUPO:
Sugestões bibliográficas:
BUENO, E. Passado a limpo. História da higiene pessoal no Brasil. São Paulo : Gabarito Editorial. 2007.
CORBIN, A. Saberes e odores. O Olfato e o imaginário social nos séculos XVIII e XIX. São Paulo : Cia das Letras. 1987.
CZERESNIA, D. Ciência, técnica e cultura: relações entre risco e práticas de saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 20(2): 447-455, mar./abr., 2004.
DOUGLAS, M. Pureza e perigo. São Paulo: Perspectiva.
GERHARDT, T.E. Villes, cadre de vie et santé. La situation actuelle au Brésil réexaminée à la lumière de l'expérience française du XIXe siècle. Mestrado em Ciências Sociais, École des Hautes Études en Sciences Sociales/École Normale Supérieure. Paris. 1995. 100p.
KILLINGER, C. L. et al. Etnografia do saneamento, saúde e limpeza. Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Bahia, 2000.
LIMA, T. A. Humores e odores: ordem corporal e ordem social no Rio de Janeiro, século XIX. História, Ciências, Saude: Manguinhos; 2(3):44-96, nov.1995-fev.1996.
RODRIGUES, J.C. Higiene e ilusão. O lixo como invento social. Rio de Janeiro: Nau. 1995.
VIGARELLO, G. O limpo e o sujo. Uma História da higiene corporal. Martins Fontes: São Paulo. 2002
10/06
Segunda
12ª Aula
Fechamento dos Seminários e Encerramento do Módulo
- Interfaces entre a antropologia e a saúde coletiva. Antigos problemas, novos contextos, outros olhares. Revendo os conceitos trabalhados em aula.
Discussão do trabalho final 26/06 Segunda
13ª Aula ENTREGA TRABALHOS FINAL
Módulo Sociologia
PROFESSORA: Marta Julia
Módulo 4. Filosofia
PROFESSORA: Mitiele
Conteúdo:
Unidade 1: Introdução
a) Introdução à Filosofia: o que é filosofar? Diferentes respostas e métodos.
b) Introdução à Ética: o que é distintivo do pensar ético? Preocupação com o bem, o correto, o justo, a felicidade.
c) Moral e ética. O que devemos fazer?
Unidade 2: Sistemas éticos e problemas morais
a) Ética utilitarista: escassez e distribuição de bens em sociedade. Haverá um princípio capaz de nos guiar?
b) Ética dos deveres ou deontologia: direitos humanos inalienáveis e o desafio da abreviação da vida (eutanásia, suicídio e aborto).
c) Ética das virtudes: O que é a justiça e o bem comum? Questão para discussão: ações afirmativas e a política de cotas.
d) Ética biocêntrica: direito dos animais e respeito ao meio ambiente.
e) A abordagem das capacitações e o desenvolvimento humano. A saúde e a educação como capacitações.
UPP ENF03011 - POLÍTICAS PÚBLICAS E SISTEMAS DE SAÚDE I
PROFESSOR: Alcindo Ferla e PROFESSORA: Lisiane Possa
Súmula geral da UPP de Políticas Públicas:
Atividades de ensino envolvendo domínios de conhecimento como teoria política, políticas públicas; história da saúde, institucionalização das práticas; história da organização do sistema de saúde no Brasil; reforma sanitária; comparação de sistemas de saúde; saneamento, urbanização e meio ambiente; políticas e programas de saúde; organização do sub-setor de saúde suplementar e suas estruturas de regulação; saúde suplementar.
Súmula da Políticas I:
Atividades de ensino envolvendo teoria política, políticas públicas, história da saúde e institucionalização das práticas setoriais. Aborda a evolução histórica da saúde e suas instituições. Enfoca a evolução e conformação das políticas públicas de saúde na dinâmica social e na organização das práticas profissionais, dos sistemas de atenção e do setor da saúde.
Objetivos:
Conhecer o conceito de políticas públicas, a importância das políticas públicas e as Políticas Públicas no Brasil.
Desenvolver a noção de análise de políticas públicas: diferentes estágios do “ciclo da política” (formação da agenda, implementação e avaliação), determinantes das políticas públicas (partidos políticos, grupos de interesse, mídia, tecnologias, burocracias, instituições).
Conhecer os modelos de tomada de decisão: racional, incremental e suas variantes.
Discutir cidadania, direitos, políticas públicas e controle social - transparência e participação social.
Conhecer a origem e desenvolvimento do Estado de Bem-Estar Social e os conceitos centrais de identidade, classes sociais, gerações, etnicidades e gênero.
Professor: Alcindo
TEXTOS PARA LEITURA (1ª Parte)
BIRMAN, Joel. A Physis da saúde coletiva. Physis [online]. 2005, vol.15, suppl., pp. 11-16. ISSN 0103-7331. Disponível na internet: http://www.scielo.br/pdf/physis/v15s0/v15s0a02.pdf. Última consulta em 22/03/2011.BIRMAN, Joel. Apresentação: a interdisciplinaridade na Saúde Coletiva. Physis [online]. 1996, vol.6, n.1-2, pp. 7-13. ISSN 0103-7331. Disponível na internet: http://www.scielo.br/pdf/physis/v6n1-2/01.pdf. Última consulta em 22/03/2011.
IBÁÑEZ, Nelson; MARSIGLIA, Regina. Medicina e saúde: um enfoque histórico. Em: CANESQUI, Ana Maria (Org.). Ciências sociais e saúde para o ensino médico. São Paulo: Hucitec, 2000. Pág. 49-74.
A. Secretaria de Estado da Saúde Pública do Pará. Saúde e doença: dois fenômenos da vida. Em: ______. A atenção integral e a produção do cuidado em saúde. Belém: SESPA, 2005. (Série Atenção Primária em Saúde, 2). Pág. 10-33.
B. Secretaria de Estado da Saúde Pública do Pará. Configurações dos desenhos organizativos da atenção à saúde na perspectiva da atenção integral e progressiva. Em: ______. A atenção integral e a produção do cuidado em saúde. Belém: SESPA, 2005. (Série Atenção Primária em Saúde, 2). Pág. 62-79.
C. FOUCAULT, Michel. O nascimento da medicina social. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. Pág. 79-98.
D. FOUCAULT, Michel. O nascimento do hospital. In: FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. Pág. 99-111.
E. FOUCAULT, Michel. Os recursos para o bom adestramento. In: FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. 35ª Ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2008. Pág. 143-161.
F. Ministério da Saúde. Fazer do amor uma cidade / fazer o amor numa cidade: a presença do social e do cultural nos contextos e nas práticas da saúde. Em: Brasil. Ministério da Saúde. Curso de formação de facilitadores de educação permanente em saúde. Unidade de aprendizagem “Análise do contexto da gestão e das práticas de saúde”. Rio de Janeiro: Ministério da Saúde/Fiocruz, 2005. Pág. 49-64.
LIMA, Mônica Angelim Gomes de; TRAD, Leny A. Bomfim. A dor crônica sob o olhar médico: modelo biomédico e prática clínica. Cad. Saúde Pública [online]. 2007, vol.23, n.11, pp. 2672-2680. ISSN 0102-311X. Disponível na internet: http://www.scielo.br/pdf/csp/v23n11/14.pdf. Última consulta em 22/03/2011.
TESSER, Charles Dalcanale; LUZ, Madel Therezinha. Racionalidades médicas e integralidade. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2008, vol.13, n.1, pp. 195-206. ISSN 1413-8123. Disponível na internet: http://www.scielosp.org/pdf/csc/v13n1/23.pdf. Última consulta em 22/03/2011.
Orientação:
Para o grupo: Leiam o texto e destaquem as principais ideias que permitem refletir sobre a organização de sistemas de saúde. Organizem uma apresentação aos colegas. Também é necessário entregar um roteiro esquemático dessas idéias para distribuição aos colegas. Utilizem a orientação do professor e da monitora para organizar a apresentação e aprofundar a compreensão das ideias do texto e sua vinculação com os objetivos pedagógicos da UPP no semestre.
Para os demais grupos: Além do grupo responsável pela apresentação, será sorteado um grupo para iniciar o debate.
ORIENTAÇÕES PARA O TRABALHO DE CAMPO
Objetivo: O objetivo do trabalho de campo é conhecer instituições de saúde que têm características importantes para compreender a institucionalização das práticas e a configuração dos sistemas de saúde, reconhecer e analisar essas características. Importante compreender a história das instituições e do contexto em que elas surgiram e que mobilizaram mudanças.o Os serviços que serão estudados são: Hospital Psiquiátrico São Pedro, Hospital Colônia Itapuã, Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Sanatório Partenon, Centro de Saúde da Vila dos Comerciários e Centro de Saúde Modelo.
o Para a realização do trabalho de campo, podem ser utilizadas diferentes técnicas para a coleta de dados: pesquisa de material bibliográfico e informações institucionais na web e em acervos físicos, visitas, entrevistas.
o As visitas devem ser agendadas com antecedência e, sempre que necessário, solicitar carta de apresentação da UFRGS.
o Para as visitas e as entrevistas, é importante organizar um roteiro prévio, considerando os objetivos da UPP no semestre.
Sugere-se compreender o contexto do sistema político e de saúde em que o serviço surgiu, fazendo uma breve contextualização: o que estava acontecendo que tornou necessária a criação do serviço? Quais problemas ele pretendia resolver? Quem foram os atores que mais se mobilizaram para isso?
Importante também identificar e compreender as transformações que foram sendo produzidas no serviço durante sua história, principalmente as motivações.
Também é relevante descrever a situação atual e analisar o distanciamento ou não em relação à origem. Como se explica essa mudança?
Compreender como a história do serviço se aproxima ou se distancia das políticas do sistema de saúde é uma reflexão relevante.
o O resultado do trabalho de campo deverá ter dois formatos: uma apresentação de aproximadamente 30 minutos, com debate com a turma, utilizando o dispositivo que o grupo julgar adequado, e um relatório escrito a ser entregue.
o O relatório escrito deve ter formato científico, contendo as partes básicas de um trabalho acadêmico: capa (com identificação institucional, título e autores), introdução (uma pequena síntese das questões que serão desenvolvidas no trabalho e o objetivo), o desenvolvimento (a descrição e a análise do serviço) e uma conclusão (as principais conclusões que o grupo formulou e o que o trabalho acrescentou para a análise de saúde para um sanitarista em formação).
o Durante o semestre serão disponibilizados dois textos de embasamento complementar ao trabalho de campo, que devem ser resumidos em fichas de leitura e entregues nas datas programadas. Os professores e os monitores estarão disponíveis para auxiliar nas tarefas do campo.
Professora: Lisiane
1 - dia 12 de março
Recepção e apresentação dos alunos e docentes
Atividades de recepção dos alunos.
2 - dia 21 de março
Apresentação do módulo:
Conceitos de políticas públicas conteúdos, cronograma e
avaliação. O que é política?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Raposo, C. Política, Ciência Política e Filosofia Política:
coneceitos básicos. Disponível em:
http://scribatus.wordpress.com/2012/06/18/politica/. Acesso em 15/03/2013
Frey, Klaus Políticas Públicas: um debate conceitual e
reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.
Planejamento e Pol. Pub. páginas 211-226 ( Introdução e Policy analysis) 2000.
Disponível em: http://desafios2.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/89/158.
Acesso em 15/03/2013
3 e 5 - dia 26 de março e 9 de abril
Conceitos de
políticas públicas
Conteúdo – questões
norteadoras: O que são Políticas públicas? Quais os tipos de políticas
públicas? O que é arena das políticas? quais as arenas na política de saúde?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Frey, Klaus Políticas Públicas: um debate conceitual e
reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.
Planejamento e Pol. Pub., n. 21: páginas 211-226 (Introdução, Policy analysis,
Policy network e Policy arena), 2000. Disponível em:
http://desafios2.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/89/158. Acesso
em 15/03/2013
Souza, Celina. Políticas públicas: uma revisão da
literatura. Sociologias, Dez 2006, n.16: páginas 20-29 (Introdução, Como e
Porque surgiram as políticas públicas? Os país fundadores da área de políticas
públicas. O que são políticas públicas. Modelos de formulação e análise de
políticas públicas. O papel dos governos. O tipo da política pública,
Incrementalismo) ..Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/soc/n16/a03n16.pdf.
Acesso em 15/03/2013
4 – dia 02 de abril
Atividade Integradora
6 e 7 - 16 de e 23 de abril
Cidadania, Estado e
conceitos centrais em análise de políticas
Conteúdo – questões
norteadoras: O que é Estado, Sociedade, Mercado? Quais as formas de Estado?
Como se formou e o que é estado de bem estar social?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Medeiros, Marcelo. Trajetória do Welfare State no Brasil:
papel redistributivo das políticas sociais dos 1930 aos anos 1990. Texto para
discussão nº 852 Brasília: IPEA. 2001. Disponível em:
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_0852.pdf. Acesso em
15/03/2013
8 e 9 - dia 31 de abril e 7 de maio
Cidadania, Estado e
conceitos centrais em análise de políticas
Conteúdo – questões
norteadoras: O que é cidadania, classe social e status? Gênero e raça
importam para análise de políticas públicas? Porque?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Marshall, T. H. – Cidadania, classe social e status. Zahar
Editores, Rio de Janeiro, 1967. (Ficha de Leitura) Farah, Marta Ferreira
Santos. Gênero e políticas públicas. Rev. estud. fem., Abr 2004, vol.12, n.1:
47-71. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ref/v12n1/21692.pdf. Acesso em:
15/03/2013 (Ficha de leitura)
Guimarães, Antonio Sérgio Alfredo. Como trabalhar com
"raça" em sociologia. Educ. pesqui., Jun 2003, vol.29, n.1: 93-107.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v29n1/a08v29n1.pdf. Acesso em
15/03/2013 (Ficha de Leitura)
10 – dia 14 de maio
Análise de políticas
públicas: o ciclo da política
Conteúdo – questões
norteadoras: Como se constitui uma política pública? Quais exemplos temos
na saúde?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Frey, Klaus Políticas Públicas: um debate conceitual e
reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.
Planejamento e Pol. Pub., n. 21: páginas 226-230 (Policy cycle), 2000.
Disponível em: http://desafios2.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/89/158.
Acesso em 20/03/2013
Souza, Celina. Políticas públicas: uma revisão da
literatura. Sociologias, Dez 2006, n.16: páginas 30 e 31 (O ciclo da política
pública). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/soc/n16/a03n16.pdf.
Acesso em 20/03/2013
11 – dia 21 de maio
Semana Acadêmica
12 – dia 28 de maio
Prova
13 – dia 4 de junho
Conhecer os modelos
de tomada de decisão: racional, incremental e suas variantes
Conteúdo – questões
norteadoras: Como acontecem as decisões nas políticas públicas?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Gontijo, Arimar C. e Maia, Cláudia S. C. Tomada de decisão,
do modelo racional ao comportamental: uma síntese teórica. Caderno de Pesquisa
em Administração, 2004, Vol.11, n. 4: 13-30. Acesso em: http://tupi.fisica.ufmg.br/~michel/docs/Artigos_e_textos/Tomada_de_decisao/tomada%20de%20decisao.pdf.
Acesso em 20/03/2013. (Ficha de Leitura)
Tonetto,
Leandro Miletto et al. O papel das heurísticas no julgamento e na tomada
de decisão sob incerteza. Estud. psicol. (Campinas). 2006, vol. 23, no. 2, pp.
181-189. ISSN 0103- 166X. Disponivel em: http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v23n2/v23n2a08.pdf.
Acesso em 1
14 – dia 11 de junho
Análise de políticas
públicas: os determinantes da mudança e da permanência de políticas
Conteúdo – questões
norteadoras: Porque as políticas públicas mudam ou se mantém? Que fatores
as determinam ou condicionam?
Leitura Obrigatória e
ou sugerida:
Souza, Celina. Políticas públicas: uma revisão da
literatura. Sociologias, Dez 2006, n.16: página de 30-39. O modelo “garbage
can” e do equilíbrio interrompido, Coalização de defesa, arenas sociais,
modelos influenciados pelo novo gerencialismos público e considerações finais).
.Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/soc/n16/a03n16.pdf. Acesso em
15/03/2013
Frey, Klaus Políticas Públicas: um debate conceitual e
reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.
Planejamento e Pol. Pub., n. 21: páginas 235-251 (A análise de estilos
políticosNeu-institucionalismo e análise de políticas públicas – abordagens
complementares a policy analisys no contexto da realidade Brasileira) 2000.
Disponível em: http://desafios2.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/89/158.
Acesso em 15/03/2013
15 – dia 18 de junho
Análise de políticas
públicas: os determinantes da mudança e da permanência de políticas.
Conteúdo – questões
norteadoras: Quem são os atores nas políticas públicas? E nas políticas de
saúde? Como os atores se organizam? Porque e como os atores importam para a
construção das políticas públicas? Quem ganha o que, por que, como e que
diferença faz nas políticas públicas da saúde? Como os atores participam da
política pública? Como é a participação na Saúde?]
Atividades e
avaliação
• Participação e frequência nas atividades:
– Participação em aula (considerado a participação nos
debates).
– Fichas de leituras (será avaliado a pontualidade da
entrega conforme modelo em anexo e a capacidade de síntese das ideias e
conceitos centrais e a pertinências dos comentários).
• Para 16 de abril:
• Marshall, T. H. – Cidadania, classe social e status. Zahar
Editores, Rio de Janeiro, 1967. (Ficha de Leitura para os alunos cuja letra
inicial do nome é de A até D)
• Farah, Marta Ferreira Santos. Gênero e políticas públicas.
Rev. estud. fem., Abr 2004, vol.12, n.1: 47-71. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ref/v12n1/21692.pdf. Acesso em: 15/03/2013 (Ficha de
Leitura para os alunos cuja letra inicial do nome é de E até L).
• Guimarães, Antonio Sérgio Alfredo. Como trabalhar com
"raça" em sociologia. Educ. pesqui., Jun 2003, vol.29, n.1: 93-107.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ep/v29n1/a08v29n1.pdf. Acesso em
15/03/2013 (Ficha de Leitura para os alunos cuja letra inicial do nome é de M
até Z)
• Para 04 de junho:
• Gontijo, Arimar C. e Maia, Cláudia S. C. Tomada de
decisão, do modelo racional ao comportamental: uma síntese teórica. Caderno de
Pesquisa em Administração, 2004, Vol.11, n. 4: 13-30. Acesso em:
http://tupi.fisica.ufmg.br/~michel/docs/Artigos_e_textos/Tomada_de_decisao/tomada%20de%20decisao.pdf.
Acesso em 20/03/2013 (Ficha de Leitura para os alunos cuja letra inicial do
nome é de L até Z).
• Tonetto,
Leandro Miletto et al. O papel das heurísticas no julgamento e na tomada
de decisão sob incerteza. Estud. psicol. (Campinas). 2006, vol. 23, no. 2, pp.
181-189. ISSN 0103-166X. Disponivel em:
http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v23n2/v23n2a08.pdf. Acesso em 15/03/2013 (Ficha
de Leitura para os alunos cuja letra inicial do nome é de A até L)
– Entrega dos trabalhos propostos (trabalhos escritos,
desenvolvidos em sala de aula, cuja nota será atribuída a pontualidade da
entrega – no dia conceito A, até 7 dias depois B, depois deste período C
limitado ao primeiro dia de aula do mês de julho, após essa data será
considerado não entregue conceito D).
• Preparação e apresentação da atividade proposta em aula:
Apresentação em grupo (6 participantes) de um artigo, dissertação, tese e ou
livro que faça análise de uma política pública, e que considere os conceitos e
abordagens trabalhados nos conteúdos de aula.
• 28 de maio – professora irá informar o artigo,
dissertação, tese ou livro que será apresentado pelo grupo.
• Trabalho de campo: descrever e analisar a história e o
perfil inicial de 06 instituições de saúde: Hospitais Itapuã, Partenon, São
Pedro e Santa Casa e Centros de Saúde Vila dos Comerciários e Modelo.
• 16 de julho:
Provas de recuperação
Bibliografia
Complementar:
1. Abrúcio, Fernando L. A Coordenação Federativa no Brasil:
a experiência do período FHC e os desafios do governo Lula. Revista de soc.
pol., Jul 2005, n. 24: 41-67. meio eletrônico
2. ARRETCHE, M. A política da política de saúde no Brasil. In: LIMA, N.; GERSCHMAN, S. et al. (Orgs.).
Saúde e democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz,
2005. p. 285-306.
3. Bahia, Ligia; Costa, Nilson Rosário e Stralen, Cornelis
van. A saúde na agenda pública: convergências e lacunas nas pautas de debate e
programas de trabalho das instituições governamentais e movimentos sociais.
Ciênc. saúde coletiva [online]. 2007, vol.12, suppl.: 1791-1818. meio
eletrônico
4. Castro, Jorge Abrahão de; Ribeiro, José Aparecido;
Chaves, José Valente; Duarte, Bruno de Carvalho; Simões, Helenne Barbosa. Gasto
social e política macroeconômica: trajetórias e tensões no período 1995-2005.
Texto para discussão nº 1.324. Brasília: IPEA. 2007. meio eletrônico
5. BODSTEIN, R. Atenção básica na agenda da saúde. Ciência
& Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 7, n. 3, p. 401-412, 2002.
6. CÔRTES, S. M. V. Participação na área da saúde: o
conceito suas origens e seu papel em diferentes projetos de Reformas do estado.
Saúde – Revista do NIPESC, Porto Alegre, v. 1, p. 51-69, 1996.
7. ______. Construindo a possibilidade de participação dos usuários:
conselhos e conferências no Sistema Único de Saúde. Sociologias, Porto Alegre,
v. 4, n. 7, p. 18-48, jan./jun. 2002.
8. ______. Sistema Único de Saúde: espaços decisórios e a
arena política de saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 25, n.
7, p. 1626-1633, jul. 2009a.
9. Draibe, Sônia. A política social no período FHC e o
sistema de proteção social. Tempo soc., Nov 2003, vol.15, n.2: 63-101. meio
eletrônico
10. FARIA, C. A. P. Ideias, conhecimentos e políticas
públicas: um inventário sucinto das principais vertentes analíticas recentes.
Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 18, n. 51, p. 21-29, fev.
2003.
11. GERSCHMAN, S.; SANTOS, M. A. B. O Sistema Único de Saúde
como desdobramento da política de saúde do século XX. Revista Brasileira de
Ciências Sociais, São Paulo, v. 21, n. 61, p. 177-190, 2006.
12. HALL, P. A.; TAYLOR, R. C. R. As três versões do
Neo-Institucionalismo. Lua Nova, [s.l.], n. 58, p. 193-223, 2003.
13. LIMA, L. D. et al. Regionalização e acesso à saúde nos
estados brasileiros: condicionantes históricos e político-institucionais.
Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 11, p. 2881-2892, 2012.
14. MENICUCCI, T. M. G. Implementação da Reforma Sanitária:
a formação de uma política. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 15, n. 2, p.
72-87, maio/ago. 2006.
15. _____. Público e privado na política de assistência à
saúde no Brasil: atores, processos e trajetória. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007.
16. PEREIRA, C. A Política Pública como caixa de Pandora:
organização de interesses, processo decisório e efeitos perversos na Reforma
Sanitária Brasileira – 1985-1989. Dados. Rio de Janeiro, v. 39, n. 3, 1996.
Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S001152581996000300006&lng=es&nrm=iso>.
Acesso em: 12 mar. 2007.
17. POSSA, L. B. Mecanismos de participação e atores sociais
em instituições hospitalares: o caso do Grupo Hospitalar Conceição. 2007.
Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2007.
18. Possa, LB. Análise Teóricas em Políticas Públicas:
síntese das explicações das mudanças. Mimeografado, 2008.
19. Soares, Sergei; Ribas, Rafael Perez e Soares, Fábio
Veras. Focalização e cobertura do Programa Bolsa-Família: qual o significado
dos 11 milhões de famílias?
20. SOUZA, C. “Estado do campo” da pesquisa em políticas
públicas no Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 18,
n. 51, p. 15-20, 2003.
21. Souza,Antônio Ricardo de As trajetórias do planejamento
governamental no Brasil: meio século de experiências na administração pública.
Revista do Serviço Público, Out-Dez 2004,vol. 55, n. 4: 5-30. meio eletrônico
UPP ENF03050 - TUTORIA I
Docente Responsável: Profa. Marta Júlia Marques Lopes e Profa. Tatiana Engel Gerhardt
Numero de créditos: 1 crédito
Carga horária: 15 horas
Horário: 18H30min. 19h30min
Início: Março Término: Julho
Súmula/Ementa: Estratégias de construção, de exercício e de desenvolvimento de habilidades e competências (gerais e específicas), descritas no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) com adensamento das reflexões sobre a prática e a produção de conhecimentos. Espaço de escuta para eventuais discussões e demandas do grupo. Utilização do Portfólio como instrumento de avaliação.
Objetivos da UPP
• Proporcionar espaço para a construção, o exercício e o desenvolvimento de habilidades e competências gerais e específicas dos estudantes.
• Exercitar a auto-avaliação, em processo, por meio de instrumento específico e do portfólio.
Procedimentos e/ ou critérios de avaliação:
• Freqüência 75%, conforme Regimento da UFRGS. Prova escrita dissertativa, que poderá ser complementada por seminário temático.
• Estarão aprovados os alunos que alcançarem nota final igual ou superior a 7,0 (sete), conceitos A, B ou C. Para aqueles com nota inferior a 7,0 (sete) haverá Exame Final, quando a nova nota substituirá todas as demais.
• O conceito final resultará da conversão de notas em conceitos conforme segue:
•Conceito A = nota de 9,0 a 10,0
•Conceito B = nota de 8,0 a 8,9
•Conceito C = nota de 7,0 a 7,9
•Conceito D = nota inferior a 7,0
•Conceito FF = aluno com excesso de faltas
• O aluno com excesso de faltas (conceito FF para alunos com menos de 75% de presença) estará automaticamente reprovado, sendo desligado da UPP ao atingir esse índice independente de qualquer aviso precedente sobre o fato.
• O aluno poderá solicitar ao Professor Responsável pela Disciplina a revisão do seu conceito final até 72 horas após a divulgação do mesmo no mural do Departamento de Assistência e Orientação Profissional (DAOP – ao lado da sala 220 na EENF), conforme o artigo 136 do Regimento Geral da UFRGS, procedendo ao pedido por escrito e acompanhado de justificativa.
Bibliografia:
A indicada durante o semestre a partir das discussões nos encontros da UPP.
UPP - ENF03029 - Pesquisa Em Saúde E Bioestatística I
Professor: Luis Felipe
Algumas fotos
Políticas
Políticas
Palestra no anfiteatro
Primeira Festa
da
Saúde Coletiva 2013-1
Saúde Coletiva
visitando o Complexo Santa Casa de Misericórdia
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
Primeira Festa
da
Saúde Coletiva 2013-1
Saúde Coletiva
visitando o Complexo Santa Casa de Misericórdia
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
Saúde Coletiva
visitando o Cemitério da Santa Casa
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